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REFLEXÃO DO DIA* 14.09.26

Quase tudo, em nossa vida, conspira contra a independência do espírito. Os nossos interesses imediatos se assemelham a um teia que tecemos com as próprias mãos, e que podem nos subjugar cada dia mais às futilidades do dia a dia, consumindo nossas energias interiores.

Em uma corrida desenfreada motivada pelo TER, muitas vezes, relegamos o SER a um plano sempre secundário, confundindo o que é supérfluo com o necessário e, então, ao invés de o espírito direcionar o corpo, este direciona o espírito.

Quando assim agimos, consumimos a maior parte da nossa existência atendendo as exigências de uma vida que ao final se mostra irreal e, por isso, improdutiva. Às vezes, ambicionamos o que nos é impossível reter e não conseguimos reparar que, aos poucos, a própria vida se esvai.

Por isso, a luta em favor do desapego é sempre difícil e diária. A diferença entre o espírito e as coisas que nos rodeiam é que elas mudam por serem variantes externas e o espírito não muda, apenas se aprimora ou não, internamente, segundo nossas ações.

E, neste caso, sem romper com o convencional, não construímos a real possibilidade do progresso e da evolução. E, quase sempre, os que têm a coragem de tentar o avanço que dignifica a vida e o espírito, são rotulados pelos demais de visionários, desajustados ou inconsequentes.

Nesta segunda-feira, firmemos ainda mais nossa parceria com o Criador, garantindo força e sabedoria para o alcance do destino que Ele nos traçou, de progressiva felicidade material e espiritual. E não temamos os rótulos!






  • Fontes: JOSE RODRIGUES PAIM

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