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REFLEXÃO DO DIA* 02.07.26

Por maiores que sejam os nossos problemas ou dificuldades, não devemos ter qualquer sentimento de dó ou pena de nós mesmos e, mais ainda, não há razão para faltarmos com o amor próprio mendigando a piedade alheia.

Ao querermos a pena ou a alheia compaixão, as nossas convicções começam a deteriorar, diminuindo a nossa paz e empobrecendo o nosso espírito.

Ora, nós possuímos todas as condições para vencer sempre, para reconstruir ruínas internas, aquecer por dentro o nosso otimismo e a esperança, sem reclamar dos outros o amor que nem sempre podem ou querem dar, mas que podemos e devemos dar a nós mesmos.

Apesar disso, é importante que entendamos a situação dos outros e procuremos ajudá-los sempre que possível, ativando o nosso ser, colocando em ação, com decisão, o nosso cabedal de energias e habilidades. Esse poço interno de energia anseia por oportunidades de expandir-se e realizar progressos.

E ainda, tudo o que pudermos fazer em benefício dos outros é crédito em nossa conta na existência física e nos planos espirituais, onde brilharão ainda mais as nossas luzes. Na ajuda ao próximo, os mais ajudados somos nós. O prazer de servir, faz crescer o nosso amor e o amor de Deus, que nos concede mais felicidades.

Exercitemos boas ações sempre, e observemos o movimento da vida em nosso favor, e perceberemos a inutilidade da busca pela piedade alheia, pois, quem reclama e se julga digno de pena, está desprezando todos os seus valores.

Nesta quarta-feira, reafirmemos a crença de que Deus realiza maravilhas em nós, e, mais que isso, está ao nosso lado para nos ajudar e proteger.








  • Fontes: JOSE RODRIGUES PAIM

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