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A Capital Nacional da Literatura Infantil foi eleita por lei federal e hoje conquista com sua cultura um famoso escritor

A 133 km de São Paulo pela Rodovia Presidente Dutra, Taubaté guarda o casarão onde Monteiro Lobato passou a infância, os estúdios de Amácio Mazzaropi e o santuário que inspirou devoção em todo o mundo católico.
Como uma vila bandeirante virou a terra de três ícones brasileiros
Fundada em 1645, Taubaté foi a primeira vila oficial do Vale do Paraíba. No século seguinte, seus bandeirantes descobriram ouro em Minas Gerais e fundaram cidades como Ouro Preto e Mariana. A riqueza do café chegou depois e fez da cidade a maior produtora da zona paulista.

Em fevereiro de 1906, os governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro se reuniram na cidade para assinar o Convênio de Taubaté, a primeira grande intervenção estatal na economia cafeeira. O nome entrou nos livros escolares. Décadas depois, a cidade ganharia outro status por motivo bem diferente: ser o berço de escritores, cineastas e apresentadores que moldaram a cultura popular brasileira.
O sítio real que virou o Picapau Amarelo
O casarão onde o pequeno José Bento Monteiro Lobato passou os 12 primeiros anos da vida é hoje o Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato. O imóvel pertenceu ao avô do escritor, o Visconde de Tremembé, e virou o cenário real que inspirou o universo literário do Sítio.

O Governo do Estado de São Paulo destaca que o título oficial de Capital Nacional da Literatura Infantil veio pela Lei Federal 12.388/2011, reconhecendo os 23 livros da série escritos entre 1920 e 1947. O Sítio do Picapau Amarelo funciona como espaço de visitação com biblioteca, móveis originais e atores caracterizados como Emília, Narizinho e Pedrinho.







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  • Fontes: C.R. RADAR

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